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O QUE É O PNE!!!!!!!!

O projeto de lei que cria o Plano Nacional de Educação (PNE) para vigorar de 2011 a 2020 foi enviado pelo governo federal ao Congresso em 15 de dezembro de 2010. O novo PNE apresenta dez diretrizes objetivas e 20 metas, seguidas das estratégias específicas de concretização. O texto prevê formas de a sociedade monitorar e cobrar cada uma das conquistas previstas. As metas seguem o modelo de visão sistêmica da educação estabelecido em 2007 com a criação do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). Tanto as metas quanto as estratégias premiam iniciativas para todos os níveis, modalidades e etapas educacionais. Além disso, há estratégias específicas para a inclusão de minorias, como alunos com deficiência, indígenas, quilombolas, estudantes do campo e alunos em regime de liberdade assistida.

Universalização e ampliação do acesso e atendimento em todos os níveis educacionais são metas mencionadas ao longo do projeto, bem como o incentivo à formação inicial e continuada de professores e profissionais da educação em geral, avaliação e acompanhamento periódico e individualizado de todos os envolvidos na educação do país — estudantes, professores, profissionais, gestores e demais profissionais —, estímulo e expansão do estágio. O projeto estabelece ainda estratégias para alcançar a universalização do ensino de quatro a 17 anos, prevista na Emenda Constitucional nº 59 de 2009.

A expansão da oferta de matrículas gratuitas em entidades particulares de ensino e do financiamento estudantil também está contemplada, bem como o investimento na expansão e na reestruturação das redes físicas e em equipamentos educacionais — transporte, livros, laboratórios de informática, redes de internet de alta velocidade e novas tecnologias.

O projeto confere força de lei às aferições do índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) — criado em 2007, no âmbito do PDE — para escolas, municípios, estados e país. Hoje, a média brasileira está em 4,6 nos anos iniciais do ensino fundamental (primeiro ao quinto ano). A meta é chegar a 6 (em uma escala até 10) em 2021. Outra norma prevista no projeto é confronto dos resultados do Ideb com a média dos resultados em matemática, leitura e ciências obtidos nas provas do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa). Em 2009, a média foi de 395 pontos. A expectativa é chegar a 473 em 2021.

O novo plano dá relevo à elaboração de currículos básicos e avançados em todos os níveis de ensino e à diversificação de conteúdos curriculares e prevê a correção de fluxo e o combate à defasagem idade-série. São estabelecidas metas claras para o aumento da taxa de alfabetização e da escolaridade média da população.

Entre outras propostas mencionadas no texto estão à busca ativa de pessoas em idade escolar que não estejam matriculadas em instituição de ensino e monitoramento do acesso e da permanência na escola de beneficiários de programas de transferência de renda e do programa de prestação continuada (BPC) destinado a pessoas com deficiência. O documento determina a ampliação progressiva do investimento público em educação até atingir o mínimo de 7% do produto interno bruto (PIB) do país, com revisão desse percentual em 2015.

10% DO PIB PRA EDUCAÇÃO JÁ!


Veja os dados:
O Censo Escolar 2010 aponta que o Brasil tem 51,5 milhões de estudantes matriculados na educação básica pública e privada – creche, pré-escola, ensino fundamental e médio, educação profissional, especial e de jovens e adultos. Dos 51,5 milhões, 43,9 milhões estudam nas redes públicas (85,4%) e 7,5 milhões em escolas particulares (14,6%).








O PIB do Brasil é de cerca de 3,6 Trilhões, e o ensino público vem se arrastando com somente 5% disso, fora a corrupção imensa que ainda existe no Brasil. De fato 5% de 3,6 Trilhões é muito dinheiro, no entanto, a educação necessita de muito mais pra tirar as escolas do sucateamento deixado por governos anteriores que nunca se preocuparam com a educação.
Uma professora do Rio Grande do Norte chamada Amanda Gurgel, criou um movimento chamado – 10% do PIB já! – Ao qual visa chamar a atenção das autoridades, das entidades estudantis, dos partidos envolvidos no desenvolvimento da educação e criar movimentos populares e revoluções na internet com intenção de aumentar os fundos direcionados pra educação. Podemos perceber que os países ricos e desenvolvidos foram os que mais investiram em educação.
Nesse sentido, sabemos a preocupação do MEC com o futuro dos estudantes de rede pública do Brasil, que ironicamente quer liberar somente 7% do PIB. Os partidos políticos e entidades estudantis de todo o Brasil se mobilizam em busca destes 10%, o calendário deste mês de agosto é importantíssimo, pois acontecerão pelo Brasil, vários movimentos estudantis em prol deste investimento essencial na educação.

O Brasil, não precisa de dinheiro. Precisa de educação.
Países como Cuba, não são ricos mais tem um ótimo desenvolvimento humano, se fosse colocado em comparação com o Brasil veríamos que Cuba está na posição 31ª, já o Brasil na posição 70ª, mesmo sabendo que a diferença de economia é grande, pois o Brasil é a 8ª economia mais rica do mundo. Precisamos sim, deste salto pra educação!
Fonte: Blog estudanteativista.blogspot.com

Dia Internacional da Alfabetização, qual é o saldo?



No Dia Internacional da Alfabetização, dizer que falta muito ainda é pouco, e é por isso que a juventude não desiste da luta por uma educação de qualidade. A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) lembra na data de hoje que 793 milhões de adultos não sabem ler e escrever, provando que motivos não faltam para nossa juventude combativa seguir com essa garra em busca de mudanças.

Alfabetização é a garantia de que cada indivíduo exercerá seu direito de cidadania, é certeza de que ideias serão democraticamente debatidas, que escolhas corretas para uma sociedade mais justa e igualitária serão feitas; é a alfabetização que assegura o desenvolvimento cultural e a identidade de cada pessoa.
A UNECO aponta que mais de 67 milhões de crianças em idade escolar não estão matriculadas e 72 milhões de adolescentes também estão sendo privados da educação, “correndo o risco de se criar uma nova geração de analfabetos”.
A hora é agora!
É pensando nisso, é lutando por isso que a nossa rebeldia consequente mobiliza, se organiza, participa de fóruns, conselhos, atos políticos e de escola em escola fala da importância do movimento estudantil. O Chile representa hoje mais um dos nossos elos com a educação mundial, porque educação é garantia de um Brasil soberano e desenvolvido.
O futuro é hoje, e é por isso que o movimento secundarista não para nunca!
Fonte: Blog da UBES

ATENÇÃO: Estudantes de São Luis dia 15 de setembro tera moblilização estudantil.....

     Estudantes da rede estadual de ensino do maranhão sairão às ruas de São Luís em protesto por uma educação de qualidade no estado.
      Neste ano a jornadas de lutas da UNE/UBES tem por objetivo a garantia do PNE (Plano Nacional de Educação que traça metas para a educação brasileira de 2011-2020). E aprovação de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) e 50% do Pré-Sal para a educação brasileira.
    Temos o maior índice de analfabetismo do Brasil, segundo os dados do ENEM de 2010 entres as 20 piores escolas do país 5 estão no Maranhão.
   Também queremos e exigimos um transporte publico de qualidade, e "gritaremos" não ao aumento da passagem.
   Temos um grave descaso por parte do município em relação ao transporte "publico" e dependemos dele para nos deslocarmos temos, falta de ônibus, sucatas ambulantes, caos nos terminais de integração e sofremos com as greves constantes e douradoras.
  Portanto estudante! Você faz parte da população escolarizada e esclarecida deste país. Mobilize-se! Mobilize a sua escola e todos ao seu redor, dia 15/09 estaremos cobrando ações dos governos federal, estadual e municipal para a melhoria da qualidade de vida de nosso país.  .

31 DE AGOSTO: UBES TOMA AS RUAS DE BRASÍLIA!


Foi mais uma manifestação em nome do futuro do país, estudantes de norte a sul do Brasil, alguns de ônibus, outros de avião. Secundaristas que viajaram quatro, oito, dez e até mais horas para participar da #marchadosestudantes, 1º Encontro de Mulheres da UBES (EME) e a abertura do 13º CONEG.




Limpando a “sujeira” do Banco Central
Ontem,31, logo pela manhã estávamos lá, na entrada da Agência do Banco Central em Brasília. Com água e sabão lavamos o chão em ato simbólico a favor da redução das taxas de juros do Brasil, país que tem uma das taxas mais altas. No final do dia o resultado veio nas manchetes de importantes jornais e agências de notícias internacionais que chegaram com glória:
“Banco Central surpreende com corte de 0,5 ponto dos juros”
Essa é a força e a irreverência da juventude do Brasil, a cara dos estudantes desse país sempre foi de combatividade e conquista, dessa vez não seria diferente. A marcha também defende os 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para Educação, percorrendo toda a Esplanada dos ministérios até chegar ao Congresso Nacional.

Alguns com bandeiras, rostos pintados e camisetas das entidades; a concentração final aconteceu no gramado em frente ao Congresso, onde estudantes erguiam faixas a favor do Novo Plano Nacional de Educação (PNE). Com música, discurso de deputados que apóiam as emendas do movimento estudantil para o PNE e palavras de ordem criadas ali mesmo pelos estudantes.
O presidente da UBES, Yann Evanovick fala um pouco sobre a importância da manifestação: “É muito importante essa mobilização dos estudantes, é exercitamos essa consciência que vamos conseguir mudar a política econômica do nosso país”.


Tivemos a presença de Camila Vallejo, 23, presidente da Federação de Estudantes da Universidade do Chile (FECh), importante referência mundial para os estudantes; ela esteve à frente dos protestos no Chile por reformas na educação, dando total apoio ao jovens militares brasileiros. Camila também esteve na Comissão de Direitos Humanos da Câmara em solidariedade ao estudante chileno de 14 que morreu durante protestos.
Em entrevista, ela diz: “No Brasil, o movimento se articulou com a sociedade e o governo ao longo da história e teve conquistas, ainda que pequenas. No Chile, vivemos há anos um descontentamento muito grande e só agora conseguimos uma aproximação com a sociedade”.

Como sempre, o espelho d’água foi tomado em ato representativo; de longe se via o vigor dos estudantes que marcaram mais uma vez a história da educação do nosso país. As mudanças e as conquistas de hoje são a prova de que a juventude não está dormindo, que esta é uma geração consciente de que o presente de luta hoje é a  escadaria para o Brasil soberano  de amanhã.
Temos nosso próprio jeito de reivindicar nossos direitos, juntamente com a UBES, a União Brasileira dos Estudantes (UNE) e a Associação Nacional dos Pós-Graduando (ANPG), no fim da manifestação entregamos uma pauta com 43 itens com reivindicações como a destinação de 10% do PIB para e 50% do Fundo Social do pré-sal para a investimento na Educação.


fonte: Blog da UBES