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O CIRCO FOI ARMADO...2°CONFERENCIA REGIONAL DE JUVENTUDE......



No dia 28 de setembro de 2011 no Buffet Real localizado na Av. São Luís Rei de França em São Luís foi realizado a 2° conferencia de juventude 
Estado do Maranhão.
No qual, mas parecia um circo e/ou uma previa de carnaval com machinhas de campanhas eleitorais do atual deputado estadual Roberto Costa do que uma conferencia para se debater politicas publicas para a juventude maranhense, o Dep. Roberto Costa falou bonito, mas não mencionou em hipótese sobre a educação do jovem maranhense que segundo dados do Enem de 2010 esta em 3° lugar com as menores notas do Brasil e tendo um dos piores indices em educação, sendo que as três piores escolas Brasil estão no Maranhão.




E quando algum jovem indignado com atual realidade da educação no seu estado tentava de alguma maneira se manifestar era censurado por seu ato de manifesto por parte da secretaria de juventude que tem como secretario o Sr. André Campos através de seus comandados. E como jovem maranhense fui impedido junto com meus companheiros fomos barrados de fazer o nosso credenciamento para poder ter o direito de voz e voto na conferencia.








E ainda a Vice-Presidente da UNE Maranhão 
Renata Pearce não foi convidada a sentar-se à mesa de debate por não ser  governista e ainda não pode fazer seu credenciamento.









Mas mesmo com a censura por parte da secretaria de juventude muitos estudantes levantaram suas placas mostrando sua intolerância ao que estava sendo dito e debatido nessa conferencia.
  


 E nós juventude maranhense não devemos nos calar diante de um governo que acha que nossa juventude é fraca e não politizada vamos mostra nossa força nas lutas que vem pela frente........








                                                                                            






UBES participa de debate do PCdoB sobre PNE e Pronatec: à luz da Reforma da Educação


Debater o Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020) e o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) à luz da necessidade de Reforma da Educação apresentada pelo Programa Socialista. Este é o objetivo do Encontro Nacional de Educação do PCdoB que teve início nessa sexta-feira (23) e continua neste sábado (24) em São Paulo com a participação de cerca de 130 quadros de todo o país que atuam na área.
Descrição: Encontro de Educação do PCdoB
Como define a coordenadora geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee) e também coordenadora da área de educação do Comitê Central, Madalena Guasco, a intenção é saber se esses instrumentos dão conta da Reforma proposta pelos comunistas ou, ao menos, até que ponto eles contribuem para a Reforma da Educação que o país precisa.
Ao abrir o debate, a diretora da Escola Nacional de Formação do PCdoB e uma das organizadoras do encontro pelo Comitê Central, Nereide Saviani, pautou a importância da bandeira de 10% do PIB para a educação, defendida por todo o movimento educacional brasileiro. A regulamentação do ensino privado também foi destacada como ponto fundamental ao avanço da educação no país. Nereide apresentou, ainda, uma concepção que historicamente rege as políticas educacionais brasileiras e que precisa ser superada: a de que existe um modelo de escola para os filhos dos trabalhadores e outro para os filhos da classe média. “Uma efetiva democratização da educação só é possível com efetiva democratização da sociedade em última instância”, concluiu Nereide.
Contradições

Madalena Guasco apresentou o desenvolvimento das políticas educacionais no país ao longo da história, observando que os principais momentos de avanço dessas coincidiram com os poucos e curtos períodos de democracia no Brasil. Como o maior período de democracia contínua marca os últimos 26 anos da história nacional, a coordenadora da Contee apresentou como desafio da atual geração a conquista de políticas estratégicas para o avanço da educação brasileira.
Madalena explicou, ainda, que os principais momentos de expansão da educação privada no país foram durante a Ditadura Militar – subsidiada pelo Estado – e a partir da década de 1990, como parte das políticas neoliberais implementadas no período. Após a Assembleia Constituinte de 1988, onde diversas bandeiras avançadas foram aprovadas e incluídas no texto da Lei, a luta democrática ganha força, mas, por conviver com a implementação do neoliberalismo no Brasil, enfrenta constante contradição com a perda de direitos que caracteriza este período, avalia Madalena. Por fim, Madalena alertou que o mote de convocação da Conferência Nacional de Educação (Conae) realizada em 2010, que foi o sistema nacional articulado de educação, sequer entrou no texto do PNE 2011-2020, documento que foi construído a partir dos debates da conferência.
Papel estratégico
Descrição: http://ubescomunica.files.wordpress.com/2011/09/murilo20124.jpg?w=300&h=238 “Temos que ser muito arrojados na educação superior  pública”. Esta foi a primeira e a principal mensagem da intervenção do professor da UnB Murilo Silva de Camargo. O centro na ampliação da educação superior pública se justifica pelo papel que esta joga no desenvolvimento do país, inclusive para desenvolver os outros níveis da educação.
Murilo apresentou a preocupação de o Brasil ser o 13º país no ranking mundial de publicações científicas, sendo que possui o 7º maior PIB do mundo – para ele, o grau de produção científica deve acompanhar o PIB. O professor, que é também militante do PCdoB, destacou que as universidades públicas representam 90% da produção de pesquisa no Brasil e apresentou enorme preocupação com a relação de número de matrículas na educação superior pública (25%) versus privada (75%), acentuando que entre 2001 e 2010 o crescimento das matrículas em instituições privadas de ensino superior cresceu 125%, enquanto o crescimento das vagas públicas foi de 73%.
A meta aprovada pela Conferência Nacional de Educação (Conae) é que 40% das matrículas do ensino superior sejam públicas até 2020. Murilo fez questão de ressaltar que tal meta significa uma expansão brutal das universidades públicas (ele dimensionou como algo em torno de 4 ou 6 Reunis, referindo-se ao programa de expansão das universidades federais implementado a partir de 2008). Tal expansão deve se guiar pela interiorização e deve ser acompanhada de políticas de permanência, como assistência estudantil, apoio pedagógico, entre outras, defende o comunista. Temas como maior mobilidade acadêmica e crescimento das titulações de mestres e doutores também foram abordados.
Para Murilo, o fim da Desvinculação de Receitas da união (DRU) para a Educação resolve em boa parte os problemas de recursos para a almejada universalização do Ensino Médio. A estimativa é que 22 milhões de jovens com a idade esperada estejam cursando o Ensino Médio em 2020 (o que representará quase a totalidade dos jovens no período).

Presidente da UBES fala sobre o Pronatec

Descrição: http://ubescomunica.files.wordpress.com/2011/09/yann201251.jpg?w=300&h=190Yann Evannovick, o presidente da união Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), apresentou o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Para contextualizar o ambiente em que surge tal proposta, Yann recuperou o histórico do ensino técnico no Brasil, desde o surgimento, em 1909. O presidente da UBES levantou preocupações atuais relevantes em torno do desenvolvimento do Brasil, como um anunciado “apagão” de mão-de-obra – o país não teria mão-de-obra qualificada o suficiente para dar conta da demanda de desenvolvimento em curso –, assim como o grande número de jovens entre 15 e 19 anos: são 19 milhões no país.
Segundo Yann, o ensino Médio possui dois graves problemas: currículo e alto índice de evasão – que chegaria a 50%. Para ele, o Pronatec tem o objetivo de combater tanto o apagão de mão-de-obra quanto à crise do ensino médio brasileiro.
O programa, cuja meta é criar 8 milhões de novas vagas no ensino técnico e profissionalizante nos próximos 10 anos, é composto por conjunto de ações, explicou o debatedor. O Pronatec engloba a expansão dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifets), em curso; o programa Brasil profissionalizado, que consiste no estímulo federal à construção de escolas técnicas das redes públicas estaduais e municipais; o Fies Técnico, programa de financiamento estudantil já existente para o ensino superior privado e que passa a ser implementado no ensino técnico; e a ampliação de vagas gratuitas do chamado Sistema S – composto por cursos como os oferecidos pelo Sesi e pelo Sesc – tendo como contrapartida um investimento do BNDES para que este sistema se estruture e cresça em todo o país.
Algumas polêmicas foram apresentadas acerca do programa, como a incerteza sobre o número de vagas públicas e privadas que resultarão das políticas propostas ou o número de horas exigidas por curso (800h para curso técnico e 160h para profissionalizante).
Gênero
Após as intervenções da mesa, as falas do plenário foram iniciadas com uma intervenção especial sobre a questão de gênero na educação brasileira. Diversas intervenções pautaram o problema do financiamento e a centralidade para os comunistas da defesa da democratização do acesso aliada à garantia de qualidade. “O aspecto quantitativo não é dicotômico com o qualitativo, ambos têm que estar juntos”, defendeu um dos inscritos, que pautou, ainda, a concepção do trabalho como princípio educativo.
Descrição: http://ubescomunica.files.wordpress.com/2011/09/entidades20126.jpg?w=300&h=161
Da esquerda para a direita: Gabriele Almeida (UBES), Edson de Paula (Contee), Daniel Iliescu (UNE), Júlio Vellozo (Secr. Nac. Juventude do PCdoB), Fernando Amorim (Pró-Ifes), Odair Neves (CNTE) e Elisangela Lizardo (ANPG).
O encontro continua neste sábado, com intervenção pela manhã dos dirigentes comunistas de entidades que atuam no movimento educacional, como União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), Confederação Nacional dos trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee), Confederação Nacional dos trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino Educação (CNTE) e Pro-Ifes. O debate é coordenado pelo secretário nacional de juventude Júlio Vellozo. À tarde ocorrerão novas intervenções do plenário e sistematização do debate. As falas do plenário foram iniciadas com uma intervenção especial sobre relação entre educação e combate ao racismo feito por Olívia Santana.
fonte: Blog da UBES

A Governadora Roseana Sarney da entrevista exclusiva ao Jornal o ESTADO DO MARANHÃO

Em entrevista ao jornal o ESTADO DO MARANHÃO  a governadora Roseana Sarney afirma que seu governo deslanchou....Ela falou de vários assuntos...
Veja algumas perguntas que foram feitas a ela em relação a educação.......

Obras de novos institutos federais de educação podem começar em 2012, diz Haddad


Sex, 09/09/11 13h53
Ministro informou  que as obras dos novos institutos federais de educação profissional e tecnológica anunciados pelo governo federal poderão começar em 2012.


O ministro da Educação, Fernando Haddad, informou nesta sexta-feira (9) que as obras dos novos institutos federais de educação profissional e tecnológica anunciados pelo governo federal poderão começar em 2012.

Segundo ele, os prefeitos das cidades selecionadas já foram orientados a destinar o melhor terreno disponível no município para que a licitação possa ser feita. Ao todo, 120 cidades serão beneficiadas.

“Vamos utilizar o projeto padrão do ministério para evitar ter que contratar projeto básico e executivo. Vai ser uma escola padrão. Se o terreno não exigir terraplanagem, a licitação pode ser feita em seguida. Já há previsão no Orçamento 2012 para essas obras”, informou, ao participar de entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços.

São Luís 399 anos: Procura-se um prefeito!

No seu aniversário, São Luís agoniza com várias mazelas sociais, basta querer olhar e vivenciará uma nova.
Vem aí, a velha política do asfalto na porta (ainda no papel), uma cachaça para tentar iludir e maquear 03 anos de descaso.
Veja a criatividade de um amigo do Facebook:


Concurso da Prefeitura de São Luís

http://conversadefeira.blogspot.com/

Dados do IBGE desmoralizam afirmação de Roseana de que no Maranhão “não tem pobre”


A governadora Roseana Sarney, não sei se por desinformação, cinismo ou puro deboche, mentiu da forma mais descarada possível ao afirmar que no Maranhão “não tem pobre coisa nenhuma”. Pura lorota, é querer subestimar a inteligência do maranhense, a não ser que a governadora estivesse se referindo à própria família.
A declaração dada por Roseana ocorreu durante a inauguração da UPA do Vinhais na semana passada. Pois bem, no sentido de comprovar que a informação é falsa, republicamos uma matéria publicada no UOL que, a partir de dados divulgados pelo IBGE, desmoraliza o que a governadora disse. Bem que ela poderia ter ficado sem essa.
Maranhão concentra mais miseráveis
O Maranhão é o Estado que tem proporcionalmente a maior concentração de pessoas em condições extremas de pobreza. Da população de 6,5 milhões de habitantes, 1,7 milhão está abaixo da linha de miséria (ganham até R$ 70 por mês). Isso representa 25,7% dos habitantes – mais que o triplo da média do país, que é de 8,5%. Os dados foram divulgados ontem pelo IBGE.
O conceito de miséria foi estabelecido oficialmente na semana passada pelo governo federal, que resolveu considerar em estado de pobreza extrema quem ganha até R$ 70 por mês.
O segundo pior Estado é o Piauí, com 21,3% dos moradores ganhando até R$ 70 mensais. Em terceiro, vem Alagoas, com 20,3%.
Na outra ponta, o Estado com menor nível de miseráveis é Santa Catarina. De seus 6,2 milhões de habitantes, 103 mil estão na linha da pobreza extrema, o que representa 1,6% da população.
Em segundo lugar, vem o Distrito Federal, com 1,8% de miseráveis. São Paulo está em terceiro, com 2,6%. O Rio de Janeiro tem um índice de 3,7% de pessoas vivendo com até R$ 70 por mês. País tem 16,2 milhões vivendo com menos de R$ 70.
O Brasil tem 16,2 milhões de pessoas vivendo em condições extremas de pobreza. Isso representa 8,5% dos 191 milhões de habitantes do país. Na terça-feira da semana passada, o Ministério do Desenvolvimento Social estabeleceu o valor de R$ 70 per capita ao mês como referência para definir quem são os brasileiros mais carentes.
Por essa medida, a região Nordeste é a que conta com mais pessoas em extrema pobreza. São 18,1% da população, em comparação com os 8,5% nacionais. Em seguida aparecem o Norte (16,8), Centro-Oeste (4), Sudeste (3,4) e Sul (2,6).
Os números, baseados em dados do Censo 2010, ajudarão a formular o plano Brasil Sem Miséria, uma das principais bandeiras eleitorais da presidente Dilma Rousseff.

A POBREZA EXTREMA NO BRASIl
População que recebe até R$ 70 por mês

LOCALGANHAM ATÉ R$ 70/MÊS% DA POPULAÇÃO TOTAL
Maranhão1.691.18325,7
Piauí665.73221,3
Alagoas633.65020,3
Pará1.432.18818,9
Amazonas648.69418,6
Acre133.41018,2
Ceará1.502.92417,8
Bahia2.407.99017,2
Roraima76.35817,0
Paraíba613.78116,3
Pernambuco1.377.56915,7
Sergipe311.16215,0
Rio Grande do Norte405.81212,8
Amapá82.92412,4
Tocantins163.58811,8
Rondônia121.2907,8
Mato Grosso174.7835,8
Mato Grosso do Sul120.1034,9
Minas Gerais909.6604,6
Espírito Santo144.8854,1
Rio de Janeiro586.5853,7
Goiás215.9753,6
Paraná306.6382,9
Rio Grande do Sul306.6512,9
São Paulo1.084.4022,6
Distrito Federal46.5881,8
Santa Catarina102.6721,6
Brasil16.267.1978,5
Fonte:http://www.jornalpequeno.com.br/blog/johncutrim